Hoje nós recebemos muitas denúcias da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Hospital Cleriston Andrade (H.G.C.A) e do Hospital Estadual da Criança (H.E.C), na (UPA) um paciente deu entrada com muitas dores, foi medicado apenas com dipirona, foi a medicação que deram a esse paciente lá, logo em seguida liberaram o paciente mandando ir para casa, o paciente entrou sentido dores e saiu sentido dores.
No Hospital Estadual da Criança o (H.E.C) foi a mesma situação, uma criança deu entrada com fortes dores a sua mãe ficou dois dias sentda em uma cadeira de plástico com a criança no colo e sentido dores sem que eles desse qualquer atendimento a criança, com isto a criança só foi piorando seu quadro clínico dentro do Hospital Estadual da Criança (H.E.C).
Os pacientes vem do interior para ser atendindo aqui em Feira, tem gente que vem de varias cidades aqui próximo como Serrinha, Santo Estêvão e outras, seja ele paciente adulto indo para a (UPA) do Hospital Geral Cleriston Andrade (H.G.C.A) ou crianças indo para o Hospital Estadual da Criança (H.E.C) e chegando nessas unidades não tem o atendimento adequado que eles precisam, e ficam lá sofrendo esperando sentado em cadeiras de pásticos sem qualquer conforto para que minimizasse as dores.
Chegou ao nosso conhecimento esse descaso com esses pacientes e nós veio em busca de uma atenção por parte dos vereadores para ver o que eles podem fazer, mais não tivemos sucesso hoje nessa vinda a câmara de vereadores. A Dra° Ana Paloma tinha implantado um protocolo onde todos os pacientes que desse entrada tanto na (UPA) do Cleriston como no (H.E.C) para que fosse ter um atendimento adequadamente, passar por uma consulta, tomar soro, medicamentos que fosse necessário, mais não é isto que está acontecendo nas unidades.
Hoje em Feira de Santana temos em nosso sistema 600 pessoas cadastrada dentro do atendimento da doença falciforme, mais 200 pessoas também dentro da associação, temos um total de 800 pessoas hoje que precisam desse atendimento, sem falar nas pessoas que não estão cadastradas ainda que estão solta na rede.
Já procuramos o estado para nos ajudar, indo com diálogo correndo atrás para que sejamos atingidos, um atendimento de seis meses não é o suficiente, passa os seis meses e é aquele descaso.
DISTRIBUIÇÕES DE MEDICAMENTOS
Nós não podemos reclamar de medicamentos, todos os medicamentos que precisamos é nos passado sim, enquanto a isto está tudo sob controle, foi uma luta muito grande da assiciação para conseguir isto mais conseguimos graças a Deus.
Matéria; João Paulo
