Fim do amadorismo dos influenciadores digitais no Brasil, agora é lei.

O mercado digital brasileiro sofre um abalo sísmico. Neste início de 2026, entrou em vigor a lei número 15.325/2026, que regulamenta a profissão de profissional multimídia, o popular Influenciador Digital. Agora, é claro, acabou o amadorismo. A nova lei exige formalização, contratos claros e impõe responsabilidade civil e criminal sobre o conteúdo postado. Quem indicar golpes, produtos sem registro ou der conselhos técnicos, como Saúde e Investimentos, sem registro, pode enfrentar processos pesados.

Foto: Divulgação/Ilustrativa 


Especialistas alertam que a burocracia e o rigor jurídico farão muitos aventureiros desistirem da carreira, limpando o mercado. Além disso, um novo projeto, o PL 5990, quer multar em até 50 mil reais quem der dicas técnicas sem diploma. Portanto, chega ao fim o influenciador amador no Brasil. Todo mundo sabe que, com apenas um celular na mão, a pessoa pode criar conteúdos e publicá-los nas redes sociais, como no Instagram e no TikTok, e se autotitular como Influenciador Digital. Mas agora a lei diz que é necessário ter diploma para ser Influenciador Digital no Brasil, até porque o nome já diz tudo. É uma força de influência; muitas pessoas que acompanham o trabalho desses que se apresentam nas redes sociais vão pelo nome que se rotula: Influenciador. Se observa que muitos que se intitulam influentes não têm nada de influência. A lei está aí; demorou, mas agora foi aprovada e já está em vigor.

Por: Ronda Geral Bahia.

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